Nota em defesa do verdadeiro nacionalismo e da soberania nacional
Urge a necessidade de defender um nacionalismo popular, insurgente, periférico e que defenda os direitos da classe trabalhadora. É fundamental a luta anti-imperialista de afirmação da identidade nacional e defesa da soberania nacional. Defender as estatais estratégicas passa por colocar em pauta e na ordem do dia de luta um nacionalismo de recursos, que defenda os bens naturais do nosso país, defender a soberania nas águas, no espaço aéreo, terrestre, do subsolo, telemático e informacional é fundamental para que nosso país seja livre da dependência e do subdesenvolvimento. O Brasil que muito deve nos honrar, deve nos encher de orgulho quando se ganham medalhas nas olimpíadas deve nos inspirar a pautar a verdadeira defesa nacional dos nosso bens naturais e dos direitos dados a nossa gente. A população brasileira e principalmente os mais pobres e a classe trabalhadora em geral merece respeito aos seus direitos. A luta anti-imperialista emanou da carta testamento de Getúlio Vargas e deve cada vez mais nos inspirar na defesa de um país soberano, que não perca de vista o seu ponto de partida e de chegada, que defenda um projeto nacional, que coloque as pessoas mais necessitadas no centro, que não se furte de colocar a questão nacional como centro e como fundamental em nosso país, como uma questão de sobrevivência nacional. Nosso nacionalismo não é exclusivo, é inclusivo, não é chauvinista, é anti-imperialista, não é reacionário e conservador, é progressista, pelo socialismo moreno de Darcy, pela democracia socialista sonhada, pregada e feita por Getúlio Vargas, pela primeira solidariedade aos povos vítimas do imperialismo, pela defesa estratégica de nossas riquezas, pelo sonho de um país melhor, por uma visão estratégica e planejada de país, com uma concepção intelectual e uma intelligentsia. Muitos se dizem nacionalistas, mas defendem o entreguismo, a privatização de nossos direitos e a entrega das nossas riquezas nacionais, se asemelham aos colonizadores, são vendilhões da pátria! Traidores do Brasil! Assim, chamaria Brizola. Não compactuamos com um nacionalismo meramente simbólico, mas que leve o simbolismo até as últimas consequências em nossa defesa da soberania nacional e da autodeterminação do nosso povo e na solidariedade aos povos que têm sua autodeterminação desrespeitada pelo imperialismo e suas facetas! Pela solução pacífica dos conflitos e respeito a soberania dos países, nisso o trabalhismo contribui para a história do nosso país e para nossa tradição diplomática. Que nosso nacionalismo leve o simbólico para a prática material do nosso povo! Que seja cheio de lutas e sonhos de cada brasileiro e brasileira que sonha com um país melhor de se viver! Pois mais do que um passado glorioso de lutas anti-coloniais que deve nos inspirar e fazer-nos gloriar, há um Brasil, país do futuro, a se construir! Construir o futuro da nação brasileira é uma tarefa necessária e estratégica!

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