Ambientalismo sem luta de classes vira Jardinagem (Parte 1)
A frase acima está relacionada a Chico Mendes, em tempos em que há uma tragédia em curso no Rio Grande do Sul, é necessário o resgate a tual sobre o debate ambiental fugindo de agruras e desculpas esfarrapadas culpando a natureza como a vilã e culpada da castatrofe, quando que isso revelaum sintoma do tempo em que vivemos.
A Tragédia que acometeu o RS não é desastre puramente natural, é um sintoma do tempo, em que vivemos, o neoliberalismo a todo vapor e espetaculização da tragédia e da barbarie se tornam lucrativas, mas sobretudo o desmonte do estado e de suas feramentas de prevenção de tragédias é sem limite!
Vivemos numa conjuntura em que não houve um planejamento eficaz para prevnir tragédias como a que ocorreu no Rio Grande do Sul, pois foi um erro estratégico, o desinvestimento e a política de auteridade, privatização áquina pública de sucateamento da máquina pública foi o suficiente para não resguardar de desastres a população realmente necessitada.
Num mundo que foi arrazado pela COVID-19, uma sindemia, que ceifou as pessoas, há de se compreender que a doença em si não foi um fenômeno natural puramente, porque foi uma doença propagada pela não adoção de medidas sanitárias necessárias para não propagação da doença.
Aliás, hoje em dia é cada vez mais raro ter tragédias e doenças de alcance mundial que chegue a um patamar de ser um fenômeno puramente natural. Precisamos desnaturalizar as doenças e tragédias, grande parte delas são políticas e econômicas! No capitalismo atual em crise, a crise ambiental e climática é sintoma do tempo em que vivemos! Já dizia o Leonardo Boff, ou o Capitalismo acaba com o planeta terra ou nós acamos com ele!

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