“Malditas sejam todas as cercas” como já dizia Pedro Casaldáliga
Quando esse bispo-profeta Pedro Casaldáliga (Foto acima) disse isto, cumpre resgatar a verdadeira natureza do ser estar no mundo e fazer com que essas palavras se cumpram. Navegar por essas palavras e fazer com que rompam as amarras que nos cercam e nos induz a pensar numa espiritualidade libertadora que ponha o Reino de Deus como centro da vida.
A vida com que levamos é cheia de “cercas” que nos cercam, cercas da ignorância, ambição, ganância, orgulho, vaidade, corrupção e dentro outras.
Sobretudo nesse Brasil de meu Deus é preciso resgatar uma espiritualidade ecumenica ligada a terra, comunhão, cumpre denunciar as injustiças sociais, mas sobretudo lutar pela dignidade humana, cumpre sair da letargia que nos cerca, do comodismo e de ter sede de justiça. Fazer valer que “Ele está no meio de nós”, colocar o Cristo do Evangelho na pratica cotidiana e ver Jesus no outro.
Num mundo de paz e de irmãos, como já dizia o Dom Helder Câmara, resgatar que somos todos irmãos e irmãs independente da cor, raça, gênero ou condição social!
Sim é possível ser revolucionário, com ternura, amor e compaixão! Afinal, o afeto é revolucionário! E num mundo capitalista, onde a benevolência está rara, o amor se torna um ato revolucionário.


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