Ambientalismo sem luta de classes vira jardinagem (Parte 2)

Chico Mendes coloca essa assertiva não como um jargão, mas como um dado da realidade, a luta dos povos originários para sobreviver e a luta para amnter a floresta em pé não é algo desconectado do mundo desigual em que vivemos.

O modo capitalista de produção na sua face predatória e regressiva, mostra-se como defensor da destruição da antureza como forma de colocar em prática uma lógica de desenvolvimento alheia ao bem estar geral coeltivo, público e populacional em geral.

Cada vez mais, urge-se colocar em prática não sósob o ponto de vista do consumo, mas do ponto de vista com oprática social, estatal e grupal a desa do meio ambiente saudavel como valor universal. Fundante de uma nova ética ambiental, mas para isso é preciso educação ambiental, é precido que a sociedade mude a froma como se encherga e encara processos de manutencção sociometabólicos.

O metabolismo social se dará a partir do momento que não só incorporarmos saberes ancestrais no mode se fazer ecologia política, mas no modo como encarar a geração de energia, a movimentação da sociedade e o modo de sobrevivencia social, não passa por alterar apenas um costume, passa por mudar a forma de economia, trata-se de tronar viável o zoneamento economico e ecológico e boa parte da política ambiental já presente na constituição federal brasileira.

A Conservação e preservação poem ser conciliáveis na medida em que são mediadas pelas forças políticas que levem a um modo de produção que não esgote os bens naturais e sociais da Terra.

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