Contra as PPPs e as privatizações de estatais e serviços públicos


Acompanha-se o cinismo das esquerdas e do campo progressista, no plano nacional o BNDES, com a PPI (Política de Parceria de Investimentos) ajuda a financiar os maiores pacotes de PPPs, privatizações, conceções e de desestabilização. Celebra-se que durante o governo Lula 3 há mais conceções do que no governo Bolsonaro, isso vindo da fala do Ministro de Transportes, Renan Filho, de uma oligarquia alagoana de longa data. Privatizou-se e entrou na fila de privatizações as rodovias, companhias de água e esgoto, presídios, matas, companhias de energia e dentre outras coisas. O governo Lula 3 aprofunda o neoliberalismo como nunca antes visto, mantém a política de Temer e Bolsonaro e perde força e apoio popular.
Cada vez mais se percebe o cinismo misturado com elitismo das esquerdas, que afastadas do povo brasileiro e da classe trabalhadora celebram em seus palácios a entrega do país a iniciativa privada. A entrega mistura também doses de rendição e de inação, um estelionato eleitoral sem limites, promessas de campanha como a revogação das privatizações e recuos estratégicos nelas, misturam-se a capitulação dos partidos ditos progressistas e de toda classe política ante o disparate do entreguismo nacional.
Governo Lula 3 não é trabalhista e tampouco desenvolvimentista, governos estaduais e municipais estão rendidos a mesma lógica neoliberal do governo federal.
Diante disso, urge resgatar o nacionalismo patriótico, insurgente e popular de caráter anti-imperialista e defensor dos direitos da classe trabalhadora e mais pobre desse país, aliada a uma classe média ilustrada que ainda tem o bom senso e que percebe, no atual estado de coisas, tem que haver reação. Não podemos deixar essa boiada passar! É necessário mais do que resistência, é necessário luta! Não iremos superar o atual estado de coisas nos aliando aos entreguistas! Iremos superar com muita luta, conscientização popular e insurgência! Hoje é necessário apontar para um horizonte de que em meio a esse caos que anda o Brasil, nossas forças devem residir em criar uma corrente de opinião na sociedade contra esses disparates!

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